Nome : Luciano Henrique de Aragão Lima Filho
Idade:19
Sou discente do curso de Engenharia Mecanica da Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF)
Fiat
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Este é o Punto ideal. Ainda que o espirro do turbocompressor seja sutil, a versão T-Jet, lançamento da Fiat, empolga com seus 152 cv a 5 500 rpm e 21,1 kgfm de torque a 2 250 rpm. Como todo carro turbo, a arrancada deste “quase Abarth” é forte, e o rendimento do motor merece longas estradas para acelerar. Diferente da versão européia, assinada pela preparadora italiana Abarth, que utiliza o mesmo coração turbinado, o brasileiro tem visual diferente e uma preparação de câmbio e suspensão mais contida. Não que isso seja ruim. Muito pelo contrário, o mesmo conjunto equipa refinados carros da marca, como 500 e Bravo, que migram para a tendência downsizing de diminuição da cilindrada do propulsor e aumento da potência e economia pela turbina. Ponto para o Punto, que estréia na versão esportiva por R$ 59 500.
Com uma posição de dirigir privilegiada, as versões 1.4 e 1.8 do hatch já sugeriam momentos de maior adrenalina. O nível de equipamentos opcionais também já era interessante, oferecendo navegador GPS e diversas funções multimídias que permitem até mesmo falar com o carro. Mas faltava uma resposta do motor, satisfação dada no T-Jet com seu bloco 1.4 16v turbo com 1 bar de pressão que, segundo a Fiat, permite acelerar de 0 a 100 km/h em 8s4 e atingir 203 km/h de velocidade máxima, deixando seus irmãos mais fracos comendo poeira.
Na versão esportiva, o desempenho e agilidade aguçam os sentidos. Os bancos concha de couro formam um empolgante trio com volante e câmbio, muito superior ao Punto “comportado”. Extravagante, o modelo é oferecido nas cores amarela, branca, preta e vermelha e chama atenção na rua. As linhas da carroceria assinadas por Giorgetto Giugiaro são adornadas com molduras nos paralamas, aerofólio traseiro e rodas de 17’’ iguais às aplicadas ao puro sangue italiano Punto Abarth no Velho Continente